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Guyane Sem Fronteiras

Os jornalistas Pierre Olivier Jay e Marion Briswater, apresentam na Aliança Francesa, em Belém, a revista Une Saison en Guyane, ou “Uma temporada na Guiana”, a única integralmente de língua francesa na América Latina.


A  revista guianesa, a única  100% francófona da America Latina, tem mnetade de sua tiragem circulando na França metropolitana e ultramarina.

Com layout elaborado a publicação aborda temas  culturais, socioambientais, históricos, geográficos e turísticos.


“a revista nasceu do desejo de descobrir ou redescobrir as riquezas da região do planalto da Guiana para todos os amantes da Natureza.
Um reverso do rosto perturbador, mesmo hostil, que às vezes nos colocamos, é a
magnificência, e a originalidade da fauna, flora, paisagens, culturas, mas também muitas vezes a fragilidade que são reveladas, a descoberta de uma espécie animal, uma área protegida … Insights sobre pesquisa científica, tecnologias desenvolvidas localmente e a rica herança das pessoas …”

Pierre Olivier Jay,



  • Pierre-Olivier Jay, editor-chefe, jornalista e fotógrafo da revista, doutor em Multimídia,
    Imagens e Sistemas de Informação pelo Institut National des Sciences Appliquées de
    Lyon;
  • Marion Briswater, jornalista da revista Une Saison en Guyane, atuante na Guiana e na
    França metropolitana, já compôs a equipe dos principais jornais da imprensa francesa,
    como Libération, e Le Monde.

Conheça a revista>>

http://www.une-saison-en-guyane.com/


Foto de capa rio Oiapoque, fronteira Brasil – Guyane ©Paulo Santos.


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A Luz das Ideias

Conferência Ethos 360º em Belém.


Após um dia de painéis de diálogos que aconteceram em 20 atividades simultâneas e 70 palestrantes, assuntos diversos foram tratados de forma a debater soluções para os dilemas e oportunidades que são não apenas da Amazônia, mas de todo país.

Empresas, instituições públicas , universidades, movimentos sociais e sociedade civil organizada se reuniram para importantes reflexões e diálogo sobre formas de impulsionar o desenvolvimento socioambiental na região.


Participantes debatem suas ideias em busca do desenvolvimento sustentável
durante a 1ª Conferência Ethos 360º realizada na cidade.

 


Galeria >>


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 ©Panamazônica

 

PanAmazônia, a agenda da hora 

O exemplo clássico é o confisco da receita gerada, a partir da renúncia fiscal, e destinada constitucionalmente ao desenvolvimento regional


Alfredo MR Lopes * para  InfoMoney

Na semana passada, o Estado do Acre abrigou a terceira reunião de governadores da Amazônia em 2017. Um observador mais atento pode afirmar que falta nexo, historicamente, entre elas e nos desdobramentos práticos de suas decisões. Provavelmente, como se tratam de estados economicamente pobres, em relação aos do Sul e Sudeste do país, não sobra tempo nem recursos para focar nas possibilidades desta comunhão. Falta-lhes, principalmente, a percepção de que a única maneira de sair do lugar seria compartilhar direitos, necessidades e suas potencialidades. Isolados e desvalidos de representação parlamentar mobilizada e eficiente, os Estados permanecerão inibidos em avançar nos caminhos de desenvolvimento econômico social e ambiental integrado.
Num país em que nortista é – preconceituosamente – sinônimo de gente atrasada e desfalcada de qualificação, este estereótipo tem sido fortemente introjetado por uma submissão que se expressa na aceitação de ditames federais sem sentido. O exemplo clássico é o confisco da receita gerada, a partir da renúncia fiscal, e destinada constitucionalmente ao desenvolvimento regional. A representação parlamentar, em lugar de brecar em bloco a ilegalidade do confisco, tem-se dedicado a garantir as vantagens imediatas advindas da adesão às imposições do poder central. O mesmo se dá com as entidades de classe, que dispõem de instrumentos jurídicos, as tais ações de inconstitucionalidade, para conter tais distorções.

Em agosto último, a ONU se manifestou publicamente sobre o dever da comunidade internacional de pagar os países que conservam suas florestas. Nenhuma reação organizado se anotou entre os Estados sobre o assunto. E é por aí que se ilustra a desmobilização entre os integrantes da Amazônia brasileira, que mais forte seria se atuasse em bloco no âmbito da PanAmazônia, a integração da Amazônia Continental. Além da desintegração falta alinhar um conceito  comum de desenvolvimento e de sustentabilidade. Há Estados que abominam publicamente o conceito de floresta em pé como um valor mais inteligente e permanente do que a pecuária extensiva, baseada em corte raso e há outros que, usufruindo as benesses da renúncia fiscal, abrem mão do direito de exigir a diversificação e regionalização de sua economia com as verbas legalmente destinadas a este fim.

Leia o artigo completo no link do InfoMoney  a seguir >>

*Alfredo MF Lopes

 é escritor e consultor do CIEAM, Centro da Indústria do Estado do Amazonas.

alfredo.lopes@uol.com.br

Predominância Feminina

Na 14ª edição do Prêmio Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, as mulheres abocanharam 2/3 das premiações nas duas principais categorias de projetos.


A comissão julgadora avaliou os 143 projetos inscritos em busca de soluções
socioambientais, e ontem, 19/10/2017, em Manaus, selecionou os três projetos mais votados nas categorias  Projetos de Desenvolvimento Sustentável e Iniciativas de Desenvolvimento Local.
Entre as instituições que indicaram membros para a comissão julgadora estão a Federação da Indústria do Amazonas e Pará, o Banco da Amazônia e o Sebrae. 

Na Categoria Projetos de Desenvolvimento Sustentável na  Amazônia, Alessandra Lopes, do Pará, ficou na terceira posição. No cardápio de seu projeto processos de  fermentação do cacau, chocolate e cerveja. João Guilherme Silva em segundo e Antonio Cordeiro de Santana na primeira colocação.

Na Categoria Iniciativa de Desenvolvimento Local só deu elas.
O primeiro lugar foi de Jaqueline Bezerra, do Amazonas, propondo  enlatar
os conhecidos peixes da gastronomia regional – como o Tambaqui e o Pirarucu. Ideia interessante.Será o pirarucu “da lata” ?  Resta saber de onde virão os peixinhos…
Mamirauá, Amanã, Marãa?

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No segundo lugar despontou  Otilene dos Santos, de Rondônia, com uma proposta de aquaponia: aquacultura + hidroponia, pra produção de tambaqui,hortaliças e frutas. No terceiro lugar, mais uma vez o cacau aparece:  Katiane de Sousa , do Pará, apresentou proposta para fabricação de chocolate artesanal integrada ao ecoturismo.

Conheça os resultados e os projetos vencedores.